O Chave d’Ouro, no Rossio (1916-1959), ocupava um prédio inteiro, incluindo zonas de restaurante, salão de chá, tabacaria, barbearia e bilhares. Inicialmente aproveitando fachada e interior de uma antiga loja de ferragens, crescera aos poucos durante três décadas, até rivalizar com o próprio Martinho (do Largo D. João da Câmara) em conforto e clientela. Todas as gerações literárias, todas as conspirações políticas, todas as ambições pessoais passavam, nesta época, pelos cafés da Baixa.
Fotografias em «Os Cafés de Lisboa» de Marina Tavares Dias
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
CHAPÉUS HÁ MUITOS
«Chapéus há muitos, seu palerma!» A frase de Vasco Santana atravessou gerações e continua a ser repetida muito depois de os chapéus terem ...
-
Os grandes cartazes pintados à mão começaram a transformar as fachadas dos cinemas de Lisboa quando surgiram as grandes salas construídas na...
-
JERÓNIMO MARTINS Desde 1878, era para aqui (de Vale de Lobos, onde voluntariamente se exilara) que Alexandre Herculano exportava em exlusivo...
-
Fundada em 1909, no número 123 da Rua da Prata, a Ourivesaria e Relojoaria Torroaes era a obra sonhada de António de Sousa Torroaes. Aos 33 ...

Sem comentários:
Enviar um comentário
Aquilo que os leitores nos dizem é da máxima importância. Sobre habituais plágios e cópias de textos, imagens ou informações, por favor deixe explicito qual o site ou perfil que devemos investigar.