O Chave d’Ouro, no Rossio (1916-1959), ocupava um prédio inteiro, incluindo zonas de restaurante, salão de chá, tabacaria, barbearia e bilhares. Inicialmente aproveitando fachada e interior de uma antiga loja de ferragens, crescera aos poucos durante três décadas, até rivalizar com o próprio Martinho (do Largo D. João da Câmara) em conforto e clientela. Todas as gerações literárias, todas as conspirações políticas, todas as ambições pessoais passavam, nesta época, pelos cafés da Baixa.
Fotografias em «Os Cafés de Lisboa» de Marina Tavares Dias
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