Marina Tavares Dias, Olisipografia

38 anos de criatividade pessoal ao serviço do colectivo, na defesa de LISBOA

sábado

A LISBOA DE EÇA DE QUEIROZ

 «No final de Oitocentos, Eça de Queiroz escreve que «o país não está em condições de receber visitas». Ao mesmo tempo, abanca às mesas do Hotel Central, no Cais do Sodré em jornadas mais ou menos longas e contraditórias daquilo que costuma dizer dos hotéis nacionais. O diletantismo, herdeiro do Romantismo, impera nos meios intelectuais. As contradições são ordem do dia; a literatura francesa também. Nos jantares do Tavares, gastam os Vencidos a beber o que não têm para jantar. Segundo a factura: “bacalhau com pão - 18 vinténs; champanhe - 18 mil réis”.»


Continua no livro 'A Lisboa de Eça de Queiroz '.







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