Marina Tavares Dias, Olisipografia

38 anos de criatividade pessoal ao serviço do colectivo, na defesa de LISBOA

sexta-feira

 CONFEITARIA NACIONAL


A Confeitaria Nacional (fundada em 1829) mantém, bem visíveis na fachada, as réplicas das medalhas conquistadas nas grandes exposições universais. É caso único em toda a Baixa, e recorde-se como, mesmo antes do incêndio do Chiado em 1988, já a loja Jerónimo Martins apeara as suas.

Todo um mundo, toda uma era nos ocorrem, observando-as: Francisco José, imperador quase eterno da Áustria-Hungria, ornando a medalha da exposição de Viena; ou as deusas do progresso, em carruagens imparáveis, como prémio da grande exposição de Paris 1900.

«Lisboa Desaparecida», volume 4, de Marina Tavares Dias.




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